Obras

Obras > Ao Vivo em Todos os Sentidos
2003

7. Amor Covarde

Amor covarde, que morde que arde
Cadela magra, metade de mim
A madrugada se arrasta, tão lenta assim
Dor…dor…dor…
Moça bonita, novilha tão rara
Não há quem valha metade de mim
A dor do amor, navalhada que arde assim
Dor…dor…dor…
Estrela d´alva, pedaço de lua
A pele nua, cheirando a jasmim
Boca cereja, bandeja de prata do-in
Dor…dor…dor…
Moça bonita, novilha tão rara
Não há quem valha metade de mim
Nascemos sós, só seremos serenos no fim