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Obras > Marco Zero
2006

2. Vampira

Levei um trote
Em plena multidão
Ela me deu um bote
Bem no meu cangote
Me botou no chão
Naquele alvoroço
Mordeu meu pescoço

Parece mentira
Aquele beijo foi um
Beijo de vampira

Mordeu, mordeu
Quase que me devora
Logo foi embora
Fiquei sem saber
O seu telefone,
Seu nome, e agora
Vampira, cadê você?