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Obras > Na Embolada do Tempo
2004

12. Vampira

Levei um trote em plena multidão
Ela me deu um bote
Bem no meu cangote
E me botou no chão

Naquele alvoroço
Mordeu meu pescoço
Parece mentira
Aquele beijo foi um beijo de vampira

Mordeu, mordeu
Quase que me devora
Logo foi embora
Fiquei sem saber
O seu telefone,
O seu nome,
E agora?
Vampira, cadê você?
Vampira!